Américas

União Pan-Americana, Organization of American States, vol. 14, 1962.

fonte: UT Libraries 2008

  • p. 7

Di Prete, por seu lado, continuada com os mesmos temas, um mundo cósmico de romantismo sutil, pouquíssimas vêzes encontrado na arte brasileira, com exceção de Mabe.

A participação geral incluía o experimentalista Frans Krajcberg, Aloisio Magalhães, Yolanda Mohalyi, Loio Pérsio, Teresa Nicolao e Ivan Serpa, entre os pintores; Moussia Pinto Alves, Mário Cravo e Felícia Leirner, entre os escultores; Fernando Lemos e Maria Helena Andrés entre os desenhistas; e no campo da gravura, onde os artistas brasileiros ocupam posição culminante na arte americana de hoje, encontravam-se obras importantes de seus cultores mais eminentes, como Roberto de Lamonica, Edith Behring, Arthur Luís Pisa, Rossini Pérez e Antônio Henrique Amaral.

As representações da América, juntamente com as de outros Continentes, estavam distribuídas nos dois andares de cima da exposição. Pelo espaço e situação que ocupava, a dos Estados Unidos adquiria posição predominante, confirmada no mínimo por três dos artistas apresentados. Em primeiro lugar, o pintor Robert Moiherwell, uma das personalidades da Escola de Nova York, com seus grandes quadros, de profundo sentido trágico, seus collages e desenhos, onde a forma e a cor se unem para exprimir um conteúdo simbólico, por um processo quase caligráfico.

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