Forma e imagem técnicas na arte do Rio: 1950-1975

São Paulo, Paço das Artes, Secretaria da Cultura, 2002.

fonte: UCLA Library 2010

  • p. 89

Em 1979 é nomeado diretor do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e, no ano seguinte, presidente da Fundação Nacional próMemória.

Em 1981, torna-se Secretário da Cultura do Ministério da Educação e Cultura.

Em 1982, Aloisio Magalhães morre prematuramente e, em sua homenagem, a Galeria Metropolitana de Arte do Recife passa a ser denominada Galeria Metropolitana de Arte Aloisio Magalhães (a partir de 1997 designada Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães). Aloisio Magalhães Recife (PE), 1927 – Pádua (Itália), 1982 Formação Bacharel em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco. Entre 1951 e 1953 permanece em Paris com bolsa de estudo do governo francês estudando museologia na École du Louvre e gravura com Stanley Hayter.

Principais atividades

De volta ao Brasil, dedica-se à pintura e participa da criação da oficina tipográfica experimental O Gráfico Amador. Em 1956, em nova viagem de estudos aos Estados Unidos, dedica-se às artes gráficas e à programação visual e leciona na Philadelphia Museum School of Art. Retorna em 1958 ao Brasil, e torna-se professor de cenografia na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Pernambuco. A partir de 1960, passa a residir definitivamente no Rio de Janeiro. Dedica-se, então, à comunicação visual, mantendo o escritório PVDI – Programação Visual Desenho Industrial Ltda. Aloisio Magalhães é considerado um pioneiro nesse campo no Brasil, tendo recebido diversos prêmios, entre outros o primeiro prêmio no concurso para a escolha dos símbolos da Fundação Bienal de São Paulo e do 4º Centenário do Rio de Janeiro. Colabora com a fundação da Escola Superior de Desenho Industrial, no Rio de Janeiro, onde em 1963 passa a lecionar comunicação visual. Em 1972, retoma as pesquisas plásticas puras. Realiza exposição no MAM-RJ, apresentando o que Antônio Houaiss batizou de Cartemas, montagens a partir do cartão postal comum que criam um novo ritmo e motivam uma nova leitura.

Principais exposições

1974

6° Panorama de Arte Atual Brasileira. MAM, São Paulo, SP.

1973

Cartemas. MAM, São Paulo, SP.

1961

6ª Bienal Internacional de São Paulo. Fundação Bienal de São Paulo, SP.

1960

30ª Bienal de Veneza. Itália.

1959

5ª Bienal Internacional de São Paulo. Fundação Bienal de São Paulo, SP; Arte Moderna Brasileira na Europa.

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