Editoração Hoje

1975

1981

UT Libraries 2008

FGV

Os aspectos visuais do livro são analisados em trabalho de Aloisio Magalhães, um dos mais solicitados programadores visuais brasileiros, professor da Escola Superior de Desenho Industrial, autor da nova feição gráfica de nosso papel-moeda, do símbolo do quarto centenário da cidade do Rio de Janeiro, da programação visual dos postos de gasolina da Petrobrás e de inúmeras marcas e símbolos de entidades privadas e públicas, como o claro e sucinto símbolo da Light que os cariocas tanto conhecem.

  • p. 175

c) máquinas cujos teclados fornecem fitas justificadas pela computarização. Os equipamentos de fotocomposição só a partir de 1950 foram fabricados comercialmente. Meio rápido e econômico de composição fotoeletrônica, resultou da necessidade de um processo mais adequado à impressão fotomecânica, a offset, de cujo emprego depende diretamente. A fotocomposição, desta maneira, está para o offset, assim como a linotipia está para a tipografia.

Se bem que a utilização dos elementos fotográficos multiplique seus recursos, a seleção de tipos é semelhante à da linotipia.

As fotocompositoras fornecem cópias justificadas em filme, papel fotográfico ou poliester, prontos para gravação. O tempo necessário à troca de tipo ou mudança de corpo é mínimo ea reprodução excelente. Requer apenas um magazine para compor nos mais diversos corpos (ao passo que na linotipia a cada variação de tipo corresponde um magazine- fonte diverso) graças à utilização de efeitos fotográficos os mais simples, como a maior ou menor aproximação do negativo, uso de lentes e de luz. A versatilidade da composição fria por possibilitar, por exemplo, o uso de tipos, corpos ou sinais diferentes na mesma linha, proporciona solução a inúmeros problemas antes enfrentados pelos editores, especialmente na confecção de enciclopédias, textos que envolvem o alfabeto grego ou fórmulas matemáticas.

Informativo FGV

Vol. 7

  • p. 60

Como se Faz (e se Vende) um Livro

Editoração Hoje

0 livro reúne trabalhos apresentados no Simpósio Sobre Editoração, de 1970, e no Curso Editoração Hoje, de 1971, promovidos pela Fundação Getúlio Vargas. Em ambos foram tratadas questões relacionadas com as diversas fases do processo editorial, isto é, desde o momento em que a obra é entregue pelo autor ao editor até sua colocação junto ao leitor. É verdade que já lá se vão quatro e cinco anos que os autores reunidos em Editoração hoje expressaram suas opiniões. Mas isto não quer dizer que se desatualizaram. Pelo contrário, muitos dos problemas examinados tornaram-se até mais agudos, ou pelo menos mais visíveis, depois daquelas datas (lembremos, a propósito, a crise do papel, de recente eclosão). Em suma, se o simpósio e o curso fossem realizados agora, os autores poderiam dizer a mesma coisa, talvez com irrelevantes modificações em alguns casos. Os 10 especialistas que contribuíram para o livro são nomes que dispensam maiores apresentações …

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