História à Venda

1978

UT Libraries 2007

Arquivo & Administração

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História oral: origem e expansão de um movimento que se firma no Brasil

Trabalho apresentado na Cadeira de Métodos e Técnicas  de História Oral do Departamento de Geografia e História da Universidade

O uso de testemunhos orais não é uma prática recente. Para alguns autores, o que se conceitua hoje como história oral tem suas raízes nas tradições orais — aquele conjunto de costumes e crenças que um grupo conhece de seu passado por intermédio de relatos repetidos oralmente de uma geração à seguinte. Assim considerada, a história oral seria mesmo anterior aos tempos históricos. A ideia de colher e registrar narrativas, pode-se asseverar, é tão antiga em essência quanto a própria História. Sabe-se, por exemplo, que Tucídides e Heródoto valeram-se do relato de testemunhas oculares para realçar seus escritos. Mas, se, para reunir informações sobre as guerras persas no séc. V aC, Heródoto utilizou a história oral, como muitos de seus sucessores ele não conservou o registro textual do que lhe revelaram seus informantes, e, se o fez, essa preciosa documentação se perdeu. Vale lembrar também que os ensinamentos de Cristo, nos primeiros tempos de nossa era, foram transmitidos oralmente por seus seguidores até que os evangelistas, com a finalidade de evitar a deturpação do sentido, se dispuseram a registrar, por escrito, quase sessenta anos após a ocorrência dos fatos, as passagens que julgaram mais importantes.

O conceito de história oral como técnica de coleta de informações por meio de entrevistas é mais recente e proveio do jornalismo. Por volta de 1850, surgiram em jornais americanos as primeiras entrevistas com ex-escravos e com personalidades de destaque em eventos internacionais. Podem esses depoimentos ser classificados como história oral? Parece certo que não há ainda um consenso firmado quanto à questão conceitual. Alguns autores consideram história oral uma entrevista planejada na qual um indivíduo solicita a outro que narre suas lembranças e opiniões sobre pessoas, lugares e fatos. Outros incluem na área da história oral discursos, comunicações em congressos, conversas telefônicas ou qualquer forma de comunicação humana que possa ser registrada, transcrita e afinal preservada, a fim de que se constitua em fonte primária para futuros pesquisadores. Adepto de tal corrente é o Profesor J. W. Wilkie, da Universidade da Califórnia, para quem quaisquer gravações, realizadas ou não sob o controle do historiador – sejam depoimentos ditados, mesas-redondas e mesmo gravações clandestinas, como as do Caso.

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Utilização das técnicas de história oral

O fato evidencia a utilidade de Watergate — podem integrar um acervo de história oral.

A Drª Mary Karasch, que ministrou o curso Métodos e Técnicas de História Oral no Departamento de Geografia e História da Universidade de Brasília como Professora-visitante da Comissão Fulbright, em 1978, apóia aquela colocação. Na mesma linha de pensamento, o Professor William Moss, atual Presidente da Oral History Association, assinala ser mais fácil falar sobre história oral do que estabelecer seus limites. Considerando que o assunto a ser tratado com as técnicas de história oral pude variar de modo amplo, de acordo com os objetivos de praticantes, pensa o autor citado que qualquer entrevista, seja feita por historiador, sociólogo, jornalista ou outra pessoa, pode tornar-se história oral. Ela é basicamente uma técnica de coleta de informação que envolve coleção, arranjo, preservação e publicação sistemáticos de relatos verbais gravados de quem haja participado de eventos que poderão ser de interesse para a pesquisa, no futuro. Analisando tipos de material-fonte utilizado por pesquisadores, o Professor Moss inclui, no nível que denomina selective records, todos os registros destinados a preservar e comunicar o que aconteceu em um determinado tempo, sejam esses registros sonoros visuais ou fotográficos, notas taquigráficas de conversas ou programas radiofônicos gravados, considerando-os altamente valiosos como evidência histórica, em posição paralela à documentação formal e aos relatos de primeira mão. Os trinta anos de utilização sistemática das técnicas de história oral foram comemorados festivamente nos Estados Unidos há dois anos. Em 1948, o Professor Allan Nevins, considerado o pai da história oral, iniciou, na Universidade de Colúmbia, um projeto considerado hoje o maior desse gênero de documentação em território norte-americano. 

Sem dúvida, as facilidades de acesso a equipamentos de gravação nas últimas décadas contribuiu de modo decisivo para expandir a utilização das técnicas de história oral com as mais diversificadas finalidades. Gravadores portáteis são hoje instrumentos comuns de trabalho da maioria dos jornalistas e de muitos
professores. Gravar conversas com parentes, depois do sucesso de Roots, tornou-se, nos Estados Unidos, tão comum que as vendas de aparelhos tipo cassete cresceram de forma considerável, e os estudos de genealogia constituem-se hoje num dos maiores hobbies dos americanos. Entretanto, vários outros países, entre os quais a Inglaterra, a França e o México, registram programas importantes nessa nova área. Dos episódios marcantes na história contemporânea é certo que a Revolução Mexicana é dos que mais têm merecido estudos com base em depoimentos orais. A técnica de gravar entrevistas como meio de investigação foi usada no México por Oscar Lewis, antropólogo formado pela Universidade de Colúmbia. Pedro Martinez, livro escrito no período 1943-63, é a história da vida de uma família de camponeses durante a Revolução de 1910. Com base em depoimentos gravados são também de sua autoria os trabalhos Antropologia de la pobreza; cinco famílias (1961) Los hijos de Sánchez (1964) e La vida: a Puerto Rican Family in the culture of poverty (1966). Ainda no México, no período 1964-65, os Professores James e Edna Wilkie, da Universidade da Califórnia, realizaram uma série de entrevistas de história oral com sete líderes que participaram de movimentos políticos naquele país.

Sobre os autores citados convém neste ponto distinguir que, enquanto as interpretações da Revolução Mexicana empreendidas por Oscar Lewis em Pedro Martinez se firmaram relatos colhidos entre camponeses e análises dos Professores Wilkie a:

Dado o caráter interdisciplinar as técnicas de história oral, o interesse que despertam tende a expandir-se de vez que, além de inquestionável, são úteis à pesquisa histórica, se mostram também valiosas para o embasamento de trabalhos nas áreas de antropologia, linguística, sociologia, e muita; …

… em entrevistas com membros de elite. O fato evidencia a utilidade das técnicas de história oral para o conhecimento …

Analisando o comportamento da elite dirigente na América Latina, o autor assinala a existência de lacuna no conhecimento da história contemporânea pelo fato de não ser comum os líderes o relato escrito de suas manobras. O mesmo aspecto é estudado no mau Lewis A Dexter, Elite and pecate viewing.

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… pesquisadores são mais intensas. Alguns autores sustentam que o material produzido no âmbito da história oral é e pode ser apenas suplementar, devendo obrigatoriamente, fazer-se acompanhar de toda a documentação escrita pertinente. Embora para outros a transcrição de um depoimento oral constitua uma fonte primária em si, com toda a carga de valor decorrente dessa condição, parece que, também no caso, o radicalismo não é a melhor opção: os dados colhidos serão considerados primários ou suplementares dependendo da pessoa ouvida e do propósito da entrevista. Se o que se deseja é preencher lacunas em um assunto do qual existe documentação escrita, provavelmente a entrevista é realizada com o intuito de se obter algo mais no terreno o como e do por quê, e ela será complementar para a pesquisa. Por outro lado, o entrevistador pode levantar informações de primeira mão junto a seus depoentes, e isso ocorre especialmente nos estudos de cunho antropológico com grupos não-letrados. Grande parte do problema sobre o uso da documentação oral parece ligar-se à questão da veracidade das informações prestadas pelo entrevistado, como as lembranças apóiam-se no que a memória foi capaz de armazenar, e quando a memória falha por natureza, é evidente que os dados garimpados em depoimentos orais precisam ser tomados pelo pesquisador com a devida precaução. Mas os cuidados exigidos no teste da evidência em um depoimento e história oral não diferem muito dos que se recomendam para a avaliação da veracidade do conteúdo de cartas, diários e outras fontes primárias.

O assunto foi tema de debate no Seminário sobre a Utilização de Fontes Orais e escritas no Estudo da Escravatura, realizado em Florianópolis, SC, nos dias 30 e 31 de outubro de 1978. Na ocasião, a Professora Mary Karasch enfatizou que o problema da comprovação dos dados existe tanto no que se refere a testemunhos gravados quanto à documentação escrita, cabendo sempre ao historiador a responsabilidade de analisar as informações de que dispõe. Resultantes de qualquer espécie de documento sabe que é sua responsabilidade comprová-los, contrastando-os com outras fontes — se possível, no caso do uso de entrevistas, com depoimentos de outras pessoas sobre o assunto ou a particularidade que demanda um maior esclarecimento. O exame de diferentes versões possibilita reconstituir-se o passado de uma forma capaz de resistir aos testes de evidência histórica.

Mesmo considerando a carga de individualidade dos depoimentos pessoais e o fato de que são muitas vezes falhos ou incompletos, não se pode negar a riqueza de emoção, de detalhes e de colorido das narrativas orais. Assim, seja devido à facilidade de dispor-se de aparelhos de gravação, seja em face do grande êxito dos trabalhos publicados com base em entrevistas, o que é certo é que a popularidade da história oral pode ser atestada pela edição de um número crescente de livros e artigos sobre o assunto.

Os anais das reuniões que a entidade realiza anualmente constituem a base da literatura sobre história oral, somando-se a eles outras publicações patrocinadas pela OHA, como os periódicos Oral History Newsletter, trimestral, o anuário The Oral History Review, além do diretório compilado por Shumway e da bibliografia de Waserman. Ultimamente
observa-se o …

A obra de Manfred J. Waserman, Bibliography on oral history, publicada pela Oral History Association em 1971, listava mais de duas centenas de referências. A quarta edição, de 1975, arrola 306 itens entre livros e artigos, aspecto que anteriormente mereceu pouca atenção dos autores.

Sem dúvida a decisão da Library of Congress de incluir coleções de história oral no National Union Catalog: Manuscript Collections, a partir de 1970, constitui-se num passo importante para a divulgação dos acervos dos projetos de história oral em andamento. O programa da Library of Congress
considera história oral um registro de informação feito em fita magnética como resultado de uma entrevista planejada. 
As informações a serem divulgadas no NUCMC devem ter seu registro feito em formulário próprio, distribuído …

Uma promoção igualmente significativa no sentido de facilitar o acesso às informações contidas em transcrições abertas foi o estabelecimento do New York Times Oral History Program, em 1972. Hoje, grande parte da coleção de história oral da Columbia University, bem como memórias do acervo da California State University, da Hebrm University, Sangamon State University, Stanford University e outras, além das publicações editadas pela Oral History Association, encontram-se disponíveis para venda em microfilmes de 35mm e em microfichas. Não obstante seja no Brasil um campo ainda emergente, já se registram no País várias iniciativas em franco desenvolvimento, podendo-se afirmar que o uso das técnicas de história oral expandiu-se desde a realização, em 1975, do primeiro
curso sobre o tema, no Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC), da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. Projetos diversos vêm sendo conduzidos por diferentes instituições como agências de pesquisa, museus históricos e departamentos de História em várias universidades. Todavia, a pouca divulgação dos é o caso de trabalhos como Oral history: from tape to type, de Cullom Davis et alii publicado pela ALA em 1977, e o manual, …

O folheto de 20 páginas intitulado The New York Times Oral History in Microfilm, lista todos os materiais disponíveis para venda.

… ou seriadas; a atenção que tem merecido de governos e autoridades ….

… de história oral encontra-se em estudo. Para tanto, o …

…constitui-se num passo importante para …

… assuntos diversos, destacando-se as …

Assim considerada, a história oral seria mesmo …

… acervo de documentos de interesse para …

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trabalhos em curso está dificultando a indispensável troca de experiências entre as entidades. Possivelmente muitos outros centros de estudos, além dos enumerados a seguir, estão realizando trabalhos relevantes na área. O propósito da menção é justamente estimular as instituições não citadas a divulgarem os acervos que vêm reunindo, passo inicial para o intercâmbio e a utilização dos materiais. Nesse sentido, desenvolvem-se algumas considerações sobre os programas de que se teve conhecimento. A ordenação não segue qualquer cronologia nem está baseada no volume de gravações já reunido, desde que várias das informações obtidas demandam verificação.

Centro de Memória Social Brasileira — as investigações conduzidas pelo historiador Hélio Silva desde 1953 possibilitaram a formação de um considerável acervo de documentos de interesse para o conhecimento da história contemporânea do Brasil. A intenção desse pesquisador de colocar ao alcance dos estudiosos tal documentação, e sua preocupação com a preservação física dos materiais, levou à formação do Centro de Memória Social Brasileira (CMSB). Instituído em março de 1973, o Centro funciona na sede da Faculdade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro. É um órgão da Sociedade Brasileira de Instrução para fins de documentação, pesquisa e ensino na área de história política, econômica e social do Brasil. A primeira frente de trabalho voltou-se para a localização, organização e preservação de arquivos particulares. O Centro recebe doações ou empréstimos de documentos privados com a finalidade de organizá-los de acordo com critérios de avaliação e periodização históricas e com as normas técnicas de tratamento da documentação. Essa fase é completada com a preservação documentos através da microfilmagem. Entre os arquivos já processados e abertos à consulta estão os documentos de Eurico Gaspar Dutra, Setembrino de Carvalho, Olímpio Mourão Filho, Ladário Pereira Teles, Antonio Carlos da Silva Muricy e José Joffily. Outra coleção de que dispõe o CMSB se constitui de documentos iconográficos. Ela reúne cerca de três mil peças tais como fotografias, caricaturas, charges e posters relativos à História do Brasil, e também se encontra aberta à consulta.

Recentemente foi lançado na série Cadernos Cândido Mendes um número sob o título A crise político-militar de 1964, que reúne oito depoimentos gravados sobre esse evento.

Centro de Pesquisas e Documentação de História Contemporânea do Brasil ( CPDOC) – funciona na Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro …

Centro Nacional de Referência Cultural (CNRC) — em decorrência de convênio firmado entre o Ministério da Indústria e do Comércio e o Governo do Distrito Federal, instalou-se em Brasília, em 1975, uma equipe técnica para estudar a viabilidade da implantação do Centro Nacional de Referência Cultural, organismo que tem por finalidade a construção de um sistema referencial básico para a análise da dinâmica da cultura brasileira.

Funcionando em dependências da Universidade de Brasília, o CNRC tem desenvolvido vários projetos.

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Verifica-se, pois, que no florescente tempo da história oral no Brasil já se sinalam trabalhos de algum relevo. O movimento liderado por Allan Nevins ganha, dessa forma, uma dimensão cada vez maior. Seu sonho inicial de perpetuar, pelo registro da palavra, o pensamento e os feitos daqueles narradores pioneiros é hoje compartilhado por incontável número de praticantes das técnicas de história oral, tema já incluído no programa do próximo encontro que o International Congress of the Historical Sciences realizará em Bucareste, em 1980.

Por esta situação são responsáveis inúmeros fatores que não cabe aqui enumerar (mas, onde é possível destacar, dada a sua relevância, a própria necessidade de racionalização, surgida do caos da vertiginosa produção documental).

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Antecedida por um prólogo do mais importante dos historiadores vivos de Espanha, Manuel Ballesteres-Gaibrois, onde é ressaltada a importante atuação de Vicenta Cortês no magistério, na pesquisa e na inspeção de arquivos, a obra está codificada em sete grupos de trabalhos. Inicia-se por Função dos arquivos e termina por Os arquivos e a pesquisa, percorrendo em meio a Tipos de arquivos. Planificação e relacionamento entre arquivos, Atividades dos arquivos e uma pane dedicada a Arquivistas. Claro está que a problemática discutida é, eminentemente, a espanhola e a hispano-americana, sobretudo no que concerne aos arquivos coloniais. Tal característica no entanto, não invalida os aportes teóricos e a exemplificação de que a autora faz uso para documentar suas posições. E, como tal, podem ser perfeitamente eficazes, se reelaboradas em função de outra realidade. Mormente se ela é tão próxima da exposta, como é o caso do mundo luso-americano em relação ao hispânico. O papel social dos arquivos e as exigências de instalação, funcionamento e recursos humanos com que deve contar são os mesmos em qualquer parte do mundo. Recolher, ordenar, conservar, descrever e tornar passível de consulta toda a documentação que lhe cabe administrar é a responsabilidade de toda instituição arquivística. Para tanto, se necessita pessoal especializado e cônscio …

Não se trata de Arquivos no Terceiro Mundo, tema já tantas vezes abordado, especialmente por arquivólogos franceses. Estão em pauta, sim, aqueles arquivos que, dentro de um mesmo país, estão em condições de marginalidade por sua dependência, pobreza de pessoal qualificado e de recursos econômicos, em relação aos demais. Em Espanha, o …

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Na verdade, esta é uma exigência que os novos tempos impõem a todos nós, pois o conhecimento sistemático de nosso passado é garantia mais segura para resolver os desafios do presente. E estes conhecimentos passam inevitavelmente pela guarda, preservação e acesso aos documentos históricos. Este esforço de organização do passado, Senhor Ministro, estou convencida de que ajudará a recompor o processo de construção da nação brasileira e a buscar ensinamentos na experiência histórica já acumulada. E servirá certamente …

Os entrevistados foram: Ramon Beteta e Marte R. Gómez, fundador do Partido Accion Nacional, Manuel Gomez Morín, o teórico marxista Vicente Lombardo ToleoVc c

… historiador a responsabilidade de analisar as informações de que …

… havia, em 1978, oito alunos do Curso de Pós-Graduação …

… formação feito em fita magnética como resultado de …

E me deixou caminho aberto para percorrer estes objetivos sem as bases por ele …

… valendo de entrevistas gravadas como fonte primária de informação para suas teses. Arq. & Adm., Rio de Janeiro, 8(2):3-7, maio/ago. 1980. 4

… naquele país. Na medida em que …

Gil e, finalmente, o economista e historiador. Jesus Silva …

… relacionados com a história da …

Os Autos da Inconfidência ficaram em Portugal durante dois séculos. Foram retirados do Brasil por Martinho Meio e …

… cultura, do direito, da pesquisa …

Inconfidência, em Ouro Preto, o Arquivo …

Ferrante, Diretor do Arquivo Público do Paraná, enviou ao Sr. Aloisio Magalhães telegrama cujo texto publicamos a seguir: Congratulações Instituto e ilustre patrício memorável reconquista documentos Inconfidência. Permitome protestar custódia …

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nuscript Collections, a partir de 1970, …

Entre os arquivos já processados e …

Depois de Londres, onde foram leiloados há três meses dois lotes de documentos relacionados à História do Brasil do século VIII, chegou a vez de Nova Iorque. A Christie’s está anunciando para meados de outubro um leilão de documentos latino-americanos dos séculos XVII a XIX, inclui algumas raridades de grande interesse para os arquivos brasileiros, como, por exemplo, mapas de combate do Exército brasileiro na Guerra do Paraguai e correspondência militar da época. Como para o leilão da Sotheby’s, em Londres, o Governo brasileiro designou o presidente do IPHAN, Aloisio Magalhães, que irá acompanhar de perto – e arrematar documentos brasileiros, seria interessante que quem de direito começasse a se interessar desde já pelo novo lote de preciosidades que será posto à venda daqui a dois meses nos Estados Unidos.

Arquivos de Watergate

A partir do dia 28 de maio, todas as fitas contendo as gravações das conversas entre políticos americanos que deram origem ao caso Watergate estarão à disposição do público no Arquivo Nacional americano, com sede em Washington.

…a Watergate, uma Corte Distrital americana decidiu permitir ao NARS (National Archives and Records Services) dar o devido tratamento ao material textual existente sobre o assunto, visando libertá-lo à consulta e pesquisa a partir de 1981.

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O mofo e o fungo não são, entretanto, um perigo tão grande quanto o que agora se apresenta; a rachadura na parede foi …

… que constituem o patrimônio cultural de Campos e, sobretudo, o avançado estado de deterioração em que se encontram levaram um …

Barbosa e do Museu Histórico Nacional, visando o planejamento de futuras atividades conjuntas, as quais serão divulgadas oportunamente.

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O Arquivo Nacional  e suas Realizações

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